
A partir desta terça-feira (25), a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) aplica as provas da segunda edição da Olimpíada Interpreta SP — Olisp. A competição da rede estadual testa a competência leitora e as habilidades em interpretação de texto de estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio.
A Olisp começa com as avaliações do nível 3, para alunos das três séries do Ensino Médio. Na quarta-feira (26), será a vez do nível 2, para alunos do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental Por fim, na quinta-feira (27) as provas são para o nível 1, matriculados no 6º e 7º ano do Ensino Fundamental.
Foram selecionados para a etapa 30% dos alunos, de acordo com o ano/série e o município, que tiveram as maiores pontuações nas questões de língua portuguesa na Prova Paulista do 2º bimestre.
A prova será no formato on-line e aplicada, obrigatoriamente, na mesma unidade de ensino do estudante classificado. Os competidores da Olisp terão ao todo 1h20 para responder 20 questões de múltipla escolha, com única resposta correta, sobre compreensão de diferentes linguagens e gêneros textuais. O nível de dificuldade de cada item varia de acordo com o ano ou série do aluno.
Os estudantes serão classificados por município ou região (no caso de São Paulo, Guarulhos e Campinas). Os alunos com melhores notas serão premiados com medalhas de ouro, prata e bronze. Os professores, as escolas e regionais também serão contemplados. O “troféu olímpico” será entregue às unidades regionais de ensino que atingirem 90% ou mais de participação de alunos.
As olimpíadas estaduais do conhecimento da Secretaria da Educação, Olisp e também a Omasp (Olimpíada de Matemática das Escolas Estaduais) se tornaram lei estadual no primeiro semestre deste ano. A iniciativa visa fortalecer o aprendizado na rede estadual, além de oferecer suporte por meio das Escolas Olímpicas, Aulas Olímpicas aos sábados, material didático e formação continuada para professores. A legislação autoriza ainda a realização de parcerias com instituições públicas e privadas, mantendo o reconhecimento a professores e unidades regionais de ensino pelo engajamento nas disputas.