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Jogos da Primavera 2026 promovem a prática inclusiva do esporte para alunos com deficiência

Neste ano, a competição amplia iniciativas voltadas à participação de atletas com deficiência, com destaque para modalidades como paratletismo, par...

Antônio Carlos Garcez
Por: Antônio Carlos Garcez Fonte: Secom Sergipe
09/04/2026 às 14h25
Jogos da Primavera 2026 promovem a prática inclusiva do esporte para alunos com deficiência
Jogos da Primavera 2026 promovem a prática inclusiva do esporte para alunos com deficiência // Fotos : Fotos: Izabela Campos e Maria Odília

A 42ª edição dos Jogos da Primavera mobiliza 471 alunos paratletas de todo o estado e reforça, mais uma vez, o compromisso com a inclusão no ambiente escolar. Neste ano, a competição amplia iniciativas voltadas à participação de atletas com deficiência, com destaque para modalidades como paratletismo, paranatação e vôlei sentado, consolidando o esporte como ferramenta de integração, respeito e transformação social.

A cada ano, modalidades adaptadas para alunos com certas limitações físicas ou mentais, como a paranatação, seguem ganhando espaço e visibilidade. A presença dessas práticas fortalece a promoção da acessibilidade e evidencia o papel dos Jogos como um ambiente de incentivo à diversidade e ao protagonismo estudantil.

De acordo com Marcos Edcley Silva, aluno da Escola Estadual Rodrigues Dórea, em Aracaju, a expectativa para essa edição dos Jogos é de ainda mais vitórias. "Eu espero muitas novas conquistas, porque eu já ganhei várias medalhas de ouro, prata e bronze. E eu estou muito ansioso para esse momento porque eu já estou acostumado a nadar e, para mim, a experiência é ótima", compartilha o aluno, que comporá a modalidade de paranatação.

"Essa experiência é muito importante na minha vida, porque eu treino dois dias na semana e gosto muito de competir, porque me sinto incluído e motivado a superar meus limites", diz Breno dos Santos, estudante da Escola Estadual Professora Agda Fontes Ferreira, em Nossa Senhora do Socorro, que também competirá no esporte aquático.

Para além dos alunos, as equipes escolares também demonstram como a inclusão no esporte faz a diferença na vida dos alunos. "Nós trazemos as modalidades da forma mais conivente com a realidade que a escola pode dar aos alunos, porque nem sempre a escola está adaptada para eles. Às vezes recebemos alunos que têm paralisia cerebral e temos que adaptar. Isso é sempre de acordo com a necessidade que eles trazem para a gente, e a partir dali, vamos buscar incluir eles no conjunto social daquele momento", diz Teônio Souza, professor de Educação Física do Colégio Estadual Presidente Juscelino Kubitschek, em Nossa Senhora do Socorro.         

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