Os cinco dias de festa do Arraiá da Conquista 2026 no Parque de Exposições Teopompo de Almeida trazem famílias e pessoas de todas as idades, de Vitória da Conquista e região, para aproveitarem as grandes atrações da música local e regional e as experiências características da maior festa do Nordeste brasileiro.
Seja quem precisa recuperar a energia de tanto arrastar o pé ou quem quer sentar e aproveitar o melhor das comidas típicas do período, opções para agradar o paladar não faltam. Desde os pratos característicos, como milho, amendoim e quentão, até as barracas de acarajé e trailers com cachorro quente, o público se satisfaz e os comerciantes aproveitam para conseguir uma renda extra — num movimento que fortalece a economia local.
Dentro e no entorno do parque estão 141 pontos de venda, entre barracas de comidas típicas, bebidas, acarajé, carrinhos, trailers e food trucks. A estrutura foi pensada para oferecer conforto, praticidade e uma experiência mais completa ao público, reunindo gastronomia típica e serviços em diferentes pontos do parque.
Sandra Silva está participando pela primeira vez da festa com uma barraca de bebidas, e afirma que o maior sucesso da barraca é o quentão. “É o primeiro ano que estou participando e estou gostando bastante, está bem movimentado. Aqui sai muito quentão, os licores especiais que eu mesma fiz, como o de chocolate e o de café. Eu tenho um trabalho e aqui está um extra importante, que vai me ajudar ao longo do ano”, contou.
Na Vila Junina, Ana Luiza Ribeiro também está estreando no Arraiá da Conquista, e entre uma venda e outra também aproveita para curtir um forró. “O pessoal gosta de vir pra Vila Junina dançar, traz as crianças, e aproveitam pra pedir as comidas típicas. No começo é mais tranquila, mas depois de uma hora que abrem os portões isso aqui lota. O mais pedido é o caldo de frango, mas o de costela também tá fazendo sucesso com o pessoal. E a gente dá uma revezada, vem pra fora, dança um pouquinho, encontra os amigos, e todo mundo curte a festa”, disse.
Já Jessica Caetité, que tem uma loja de roupa infantil, gostou da segurança e organização do evento, e aproveitou para trazer o filho Miguel nesta segunda-feira, fortalecendo os vínculos dele com a cultura nordestina. “Quando eu entrei eu gostei da estrutura, é bem seguro para crianças. Ele também tá achando tudo lindo. Eu gostei de ver esse espaço pras comidas típicas, fácil acesso pra comprar. E desde criança ele está aprendendo sobre muitas coisas que são da nossa tradição, como o forró e os pratos típicos”, relatou.