
Em comemoração ao Dia Internacional do Jovem Trabalhador, que é celebrado nesta sexta-feira, 24, o Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem), em parceria com a Superintendência do Trabalho e Emprego em Sergipe (SRTE/SE) e o Fórum Estadual de Aprendizagem Profissional (Feap/SE) promoveram a Gincana Cultural de Aprendizagem, que aconteceu no Ginásio Constâncio Vieira, em Aracaju.
O evento teve como objetivo promover um momento de motivação e celebração para os aprendizes de Sergipe, com brincadeiras, show de talentos e temas ligados à aprendizagem profissional. No total, mais de 150 jovens aprendizes e entidades formadoras participaram da ação, entre elas o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), a Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração (Renapsi), o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Social do Transporte/Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat).
O secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Jorge Teles, reiterou que a aprendizagem profissional é, acima de tudo, um motor de mobilidade social para os jovens sergipanos. “A aprendizagem também tem um forte caráter social, porque ela amplia oportunidades justamente para quem mais precisa. Quando uma vaga de aprendiz é preenchida, muitas vezes ela representa a primeira porta que se abre para jovens em situação de maior vulnerabilidade social, que dificilmente conseguiriam acessar o mercado de trabalho sem uma política pública estruturada. Isso significa dar chance a quem precisa de renda, experiência, qualificação e perspectiva de futuro. Por isso, a aprendizagem não é apenas uma ferramenta de formação profissional. Ela é também um instrumento de inclusão social, de redução de desigualdades e de transformação de vidas”, defendeu o gestor.
A auditora fiscal do Trabalho e presidente do Feap/SE, Liana Carvalho, detalhou que o objetivo do encontro foi oferecer um ambiente de aprendizado leve e integrador. “O evento de hoje é para celebrar o dia do jovem aprendiz! Uma tarde dedicada a eles, dedicado ao aprendizado de uma forma lúdica. Além de focar na contratação de aprendizes, temos que também acompanhá-los durante a execução do contrato para garantir que a aprendizagem seja realizada da melhor forma possível”, explicou.
Entusiasta da troca de experiências, a aprendiz em vendas Thalita Vitória enalteceu a oportunidade de conexão entre diferentes instituições e áreas de atuação. “É de suma importância esse momento aqui com vários jovens aprendizes de diferentes áreas, diferentes cursos, diferentes instituições. É uma forma de integrarmos tudo o que aprendemos no nosso curso, de forma lúdica, brincar, se divertir, aprender, reaprender. No programa Jovem Aprendiz, nós crescemos tanto o cognitivo quanto o social. Eu convido você, que ainda não faz parte de nenhuma instituição, de nenhum curso, para fazer parte desse programa, para aprender mais, para se desenvolver mais, investir no seu futuro”, incentivou.
Para Bárbara Alves, jovem aprendiz em auxiliar de logística, a insegurança inicial se transformou em maturidade profissional conquistada no dia a dia. “Ser jovem aprendiz é uma forma da gente entrar em outro mundo e saber o que o mercado de trabalho espera de nós. Quando entrei, fiquei um pouco insegura, porque é algo totalmente novo, mas depois que você se acostuma e vê o quão isso é importante, é maravilhoso! Você começa a se sentir mais madura nessa questão, mais segura. E estar aqui hoje nessa gincana, com vários conhecimentos que a gente tem que botar à prova é muito bom, porque mostra o quanto a gente é capaz e o quanto estamos nos capacitando para o mundo agora, para o futuro”, relatou.
Com foco na autonomia e na conquista de direitos, Anthony Santos reforçou o papel transformador da primeira experiência remunerada. “Eu acho que é muito importante que existam oportunidades para jovem aprendiz, bem como um dia dedicado a isso, porque é o início do mercado de trabalho. Hoje estamos aqui com cinco instituições de várias áreas que vão transformar esses jovens em profissionais capazes, que vão desenvolver habilidades para se manterem estáveis no mercado de trabalho e conseguirem seus direitos. Ser jovem aprendiz é adquirir experiência, autonomia financeira, ter o seu próprio dinheiro, ter maturidade, é buscar se tornar um profissional mais maduro”, concluiu.














