Abrigo Nosso Lar
Entre os dias 14 e 17 de abril, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Coordenação de Imunização, intensificou a busca ativa dos idosos que ainda não tiveram acesso à vacina contra influenza. As ações aconteceram nos abrigos Nosso Lar, Lar da Terceira Idade e Centro de Convivência do Idoso.
Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação dos idosos (mais de 60 anos) é prioritária por ser o grupo populacional com maior risco de doenças graves e complicações causadas pela influenza. Com a vacinação, os riscos de complicações, de internações e mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus influenza são reduzidos.
Nos abrigos, além da vacina contra a gripe, foi realizada a atualização do calendário de vacinação do idoso, com aplicação de vacinas contra hepatite B, dT (difiteria e tétano) e covid-19. Segundo a gerente de Atividades Extramuro, Ednália Leite, o objetivo da ação de busca ativa é ofertar o acesso à vacina para o público prioritário. “A gente vem até o abrigo por conta da dificuldade deles de locomoção até a unidade de saúde. Eles ficam imunizados, protegidos e a gente com a missão cumprida”, decalrou Ednália.
Para a coordenadora do Abrigo Nosso Lar, Cristina Barreto, a ação da Secretaria Municipal de Saúde é muito importante para a proteção dos 36 idosos que são atendidos pela instituição. “Dos 36 idosos atendidos aqui, 15 estão em cadeira de rodas, imagine ter que deslocar todos eles até a unidade de saúde, uma logística muito complicada de risco para a saúde deles. Então, a gente só tem a agradecer ao trabalho maravilhoso da Secretaria de Saúde que todo ano realiza essa ação de vacinação aqui no abrigo”.
No Centro de Convivência do Idoso, Maria de Lourdes Silveira, de 66 anos, explicou que todo ano ela toma a vacina contra a gripe e explica o porquê de se vacinar: “Depois que comecei a tomar essa vacina, minhas gripes não são mais fortes, eu ficava muito ruim quando gripada, agora eu quase não gripo. E hoje também aproveitei e tomei a vacina da Covid-19, pois já tinha tempo que não tomava”.